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	<title>Blog da Bianca &#187; imagens</title>
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	<description>Ser Feliz... Um jeito de levar a vida...</description>
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		<title>Para postar alguma coisa &#8230; :)</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 22:03:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
(tirado do Blog do Tiago Luchini&#8230;)
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://bi.netmonks.org/wp-content/uploads/2008/09/desprezo.jpg"><img class="size-full wp-image-17 aligncenter" title="Desprezo..." src="http://bi.netmonks.org/wp-content/uploads/2008/09/desprezo.jpg" alt="" width="500" height="526" /></a></p>
<p style="text-align: center;">(tirado do <a href="http://www.tiagoluchini.eu/2008/08/25/de-volta-2/">Blog do Tiago Luchini</a>&#8230;)</p>
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		<title>:)</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 01:44:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bi</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bi.netmonks.org/wp-content/uploads/2008/09/shiftdel.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-21" title="Shift+Del" src="http://bi.netmonks.org/wp-content/uploads/2008/09/shiftdel.jpg" alt="" width="300" height="83" /></a></p>
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		<title>Porto Alegre&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 04 May 2008 20:39:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[porto alegre]]></category>

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		<description><![CDATA[
Porto Alegre, tuas ruas tem infinitas histórias
E em todas suas rotas, vejo o poeta e a poesia
O escrito e o escrevente, descrito nesta memória
Como o revoar das pombas, das torres da reitoria&#8230;
~
Quem me dera, seu eu fosse um filho de Veríssimo
Ou um neto de Quintana, bem que eu poderia ser
Para dar-te Porto Alegre, um verso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bi.netmonks.org/wp-content/uploads/2008/09/1054.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-57" title="Porto Alegre" src="http://bi.netmonks.org/wp-content/uploads/2008/09/1054.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><span class="texto">Porto Alegre, tuas ruas tem infinitas histórias<br />
E em todas suas rotas, vejo o poeta e a poesia<br />
O escrito e o escrevente, descrito nesta memória<br />
Como o revoar das pombas, das torres da reitoria&#8230;<br />
~<br />
Quem me dera, seu eu fosse um filho de Veríssimo<br />
Ou um neto de Quintana, bem que eu poderia ser<br />
Para dar-te Porto Alegre, um verso muito ilustríssimo<br />
E neles ilustrados as suas ruas, em seu lindo amanhecer&#8230;<br />
~<br />
Eu bem que poderia ser mais um ipê da Redenção<br />
E num domingo de Bric, desfolhar-me na Bonifácio<br />
Anunciando o outono, no final de mais um verão<br />
Enfeitando de flores, as linhas deste meu prefácio&#8230;<br />
~<br />
E de lá iria com o vento, ou quem sabe ele eu seria<br />
E assim eu correria pelo Guaíba, do Gasômetro à Ipanema<br />
E assim atravessaria os morros da Glória até a Serraria<br />
E em Porto Alegre eu me esparramaria, como um simples poema&#8230;<br />
~<br />
E minhas palavras chegariam até Moinhos de Vento<br />
E passeariam pela Goethe até findar-se na Mariante<br />
E esboçariam em palavras, este meu grande sentimento<br />
Depositadas em rimas, como uma flor lapidada em diamante&#8230;<br />
~<br />
Porto Alegre, quem me dera sê suas ruas falassem<br />
E no adentrar da noite, suas histórias pudesse me contar<br />
Falaria-me dos passos na madrugada, como se cantassem<br />
As Pegadas de Bebeto Alves, nas ondas sonoras soltas no ar&#8230;<br />
~<br />
Há em mim um pouco do Menino Deus, andando pela Getúlio<br />
A também um pouco do Punk, desfilando pela Osvaldo<br />
Há todo aquele frio do vento na Andradas nas manhas de julho<br />
E o caminho da Farrapos, do centro até São Geraldo&#8230;<br />
~<br />
Porto Alegre, lá me vou pela Borges seguindo a o Beira-Rio<br />
Ou quem sabe pela Azenha, até o Olímpico Monumental<br />
O vermelho e o azul, equilibrando-se ao teu meio-fio<br />
Em nestas suas sendas, a história de um outro Gre-Nal&#8230;<br />
~<br />
Nas tuas esquinas, meninos vendem o Correio e a Zero Hora<br />
Trazem as notícias do que foi ontem, mas não prevêem o futuro<br />
Ah, Porto Alegre, os meus passos eu firmo em ti agora<br />
E observo na Mauá, o detalhe de um artista pintado no muro&#8230;<br />
~<br />
Ah, Porto Alegre, em tuas ruas um povo que luta e protesta<br />
Os caras pintadas, colonos sem terra, professores e suas sinetas<br />
Também há comemoração, tri-legal tuas ruas sempre abertas<br />
Magia simples, casas antigas, venezianas nas venetas&#8230;<br />
~<br />
Porto Alegre, quem me dera morrer, e assim virar poeira<br />
Esparramando-me pelas solas dos sapatos, nas noites sem lua<br />
Assim estaria nos seus caminhos planos, até em suas ladeiras<br />
E me eternizaria feliz, nos ladrilhos de suas ruas &#8230;</span></p>
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